Era
uma sala escura, quadrada e escura, em nenhum ponto era capaz de transmitir
tranquilidade, mais ela, sentada em um dos quatro cantos dessa sala, ali
encontrava paz. Olhando exatamente para o nada, ela pensava em tudo que lhe
fora dito, que lhe fora prometido, em todas as mentiras que ele fora capaz de
lhe dizer com aqueles olhares, com aquelas atitudes. Pensava, em como, ela,
justamente ela, que era capaz de ver uma mentira ao longe, caiu naquela
conversa, e de repente se assustou.
Ainda perdida na escuridão daquele quadrado, ela chorou, era um choro de dor, dor essa que para ela era indefinível, ela chorava e grunhia feito um animal, precisava apenas de um abraço que lhe confortasse, porém, sentada naquela sala, ninguém jamais seria capaz de ver aquela solidão, seguindo então do silencio. O silencio a assustava, era tanta dor, que por alguns instantes, ela num conseguia ouvir o som dos seus pensamentos, que embora ela num ouvisse, dentro da mente dela se agitavam, em sussurros e gritos quietos e perdidos. Em meio aquela solidão, ela num conseguia se lembrar de que aquela dor seria cessada, quando ela fosse capaz de enxergar o brilho da vida sem ele, de ver o sol em sua majestade, com olhos de admiradora, e não de amante, aquela solidão consumia ela, e iria consumir, até ela descobrir de que matéria estúpida era feita quem mente amor.
Ainda perdida na escuridão daquele quadrado, ela chorou, era um choro de dor, dor essa que para ela era indefinível, ela chorava e grunhia feito um animal, precisava apenas de um abraço que lhe confortasse, porém, sentada naquela sala, ninguém jamais seria capaz de ver aquela solidão, seguindo então do silencio. O silencio a assustava, era tanta dor, que por alguns instantes, ela num conseguia ouvir o som dos seus pensamentos, que embora ela num ouvisse, dentro da mente dela se agitavam, em sussurros e gritos quietos e perdidos. Em meio aquela solidão, ela num conseguia se lembrar de que aquela dor seria cessada, quando ela fosse capaz de enxergar o brilho da vida sem ele, de ver o sol em sua majestade, com olhos de admiradora, e não de amante, aquela solidão consumia ela, e iria consumir, até ela descobrir de que matéria estúpida era feita quem mente amor.
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